Feliz dia Internacional das Mulheres

8 de mar√ßo Quem √© a mulher brasileira, hoje? No Brasil, as mulheres s√£o maioria da popula√ß√£o, passaram a viver mais, t√™m tido menos filhos, ocupam cada vez mais espa√ßo no mercado de trabalho e, atualmente, s√£o respons√°veis pelo sustento de 37,3% das fam√≠lias. Dados da √ļltima Pesquisa Nacional por Amostra de Domic√≠lio, divulgada pelo IBGE em 2013, indicam que viviam no Brasil 103,5 milh√Ķes de mulheres, o equiva Em 2014, o Instituto apontou que apenas quatro estados (Rond√īnia, Roraima, Amazonas e Par√°) t√™m mais homens que mulheres e o Amap√° tem um n√ļmero equilibrado entre os dois sexos. Em 2012, eram oito estados com maioria masculina Tocantins. informativo - edi√ß√£o n¬ļ 23 - 04 de mar√ßo de 201 No dia 8 de mar√ßo √© comemorado o Dia Internacional da Mulher. A data foi institu√≠da em homenagem a 130 oper√°rias tecidos mortas na cidade americana de Nova York uma greve por melhores sal√°rios e condi√ß√Ķes de trabalho A data n√£o √© apenas para comemorar. √Č um dia de reflex√£o sobre as viol√™ncias e desigualdades sofridas ao longo da hist√≥ria. Serve para impulsionar lutas e comemorar conquistas, mas principalmente abre caminhos para discutir o papel da mulher na sociedade atual O esfor√ßo √© para eliminar o preconceito e a desvaloriza√ß√£o da mulher. Mesmo com todos os avan√ßos, elas ainda sofrem, em muitos locais, com sal√°rios baixos, viol√™ncia masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda h√° para ser modificado nesta hist√≥ria. 8 de mar√ßo - Dia Internacional da Mulher Quem √© a mulher brasileira, hoje? No Brasil, as mulheres s√£o maioria da popula√ß√£o, passaram a viver mais, t√™m tido menos filhos, ocupam espa√ßo no mercado de trabalho e, atualmente, s√£o respons√°veis pelo sustento de 37,3% Dados da √ļltima Pesquisa Nacional por Amostra de Domic√≠lio, divulgada pelo IBGE em 2013, indicam que viviam no Brasil 103,5 milh√Ķes de mulheres, o equivalente a 51,4% da popula√ß√£o. Em 2014, o Instituto apontou que apenas quatro estados (Rond√īnia, Roraima, Amazonas e Par√°) t√™m mais homens que mulheres e o Amap√° tem um n√ļmero equilibrado entre os dois sexos. Em 2012, eram oito estados com maioria masculina - Acre, Amap√°, Amazonas, Mato Grosso, Par√°, Rond√īnia, Roraima e A expectativa de vida tamb√©m aumentou. mulher vivia, em m√©dia, at√© 65 anos, em 2010 a estimativa subiu para 77 anos de idade. O n√ļmero de filhos tamb√©m mudou. Em 1980, a m√©dia era de quatro agora √© de um a dois filhos. Segundo o IBGE, a m√©dia de filhos pode variar em fun√ß√£o dos in√ļmeros processos sociais em que as mulheres est√£o inseridas como: urbaniza√ß√£o; moderniza√ß√£o da sociedade em seus aspectos culturais, econ√īmicos e sociais; difus√£o de meios anticonceptivos; oscila√ß√Ķes da renda familiar; mudan√ßas dos padr√Ķes de consumo. As mulheres tamb√©m est√£o esperando mais tempo antes de terem filhos. A maior diferen√ßa aparece no grupo das jovens adultas entre 25 e 29 anos. Nesta faixa et√°ria, no ano 2000, 69,2% das mulheres tinham filhos e em 2010 esta propor√ß√£o caiu para 60,1%.A gravidez na adolesc√™ncia diminuiu tr√™s pontos percentuais nos √ļltimos dez anos: 14,8% (2000) para 11,8% em (2010). Expectativa de vida e filhos 16 No dia 8 de mar√ßo √© comemorado o Dia Internacional da Mulher. A da em homenagem a 130 oper√°rias de uma f√°brica de na cidade americana de Nova York em 1857, durante uma greve por melhores sal√°rios e condi√ß√Ķes de trabalho. um dia de reflex√£o sobre as viol√™ncias e desigualdades sofridas ao longo da hist√≥ria. Serve para impulsionar lutas e comemorar conquistas, mas principalmente abre caminhos para discutir o papel da mulher na sociedade atual. reconceito e a desvaloriza√ß√£o da mulher. Mesmo com todos os avan√ßos, elas ainda sofrem, em muitos locais, com sal√°rios baixos, viol√™ncia masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi a h√° para ser modificado nesta hist√≥ria. Internacional da Mulher No Brasil, as mulheres s√£o maioria da popula√ß√£o, passaram a viver mais, t√™m tido menos filhos, ocupam espa√ßo no mercado de trabalho e, atualmente, s√£o respons√°veis pelo sustento de 37,3% Dados da √ļltima Pesquisa Nacional por Amostra de Domic√≠lio, divulgada pelo IBGE em 2013, indicam lente a 51,4% da popula√ß√£o. Em 2014, o Instituto apontou que apenas quatro estados (Rond√īnia, Roraima, Amazonas e Par√°) t√™m mais homens que mulheres e o Amap√° tem um n√ļmero equilibrado entre os dois sexos. Em 2012, eram Acre, Amap√°, Amazonas, Mato Grosso, Par√°, Rond√īnia, Roraima e ctativa de vida tamb√©m aumentou. Enquanto em 1980 a mulher vivia, em m√©dia, at√© 65 anos, em 2010 a estimativa O n√ļmero de filhos tamb√©m . Em 1980, a m√©dia era de quatro filhos por mulher e Segundo o IBGE, a m√©dia de filhos pode variar em fun√ß√£o dos in√ļmeros processos sociais em que as mulheres est√£o inseridas como: urbaniza√ß√£o; moderniza√ß√£o da sociedade em seus pectos culturais, econ√īmicos e sociais; difus√£o de meios anticonceptivos; oscila√ß√Ķes da renda familiar; mudan√ßas dos As mulheres tamb√©m est√£o esperando mais tempo antes de A maior diferen√ßa aparece no grupo das jovens dultas entre 25 e 29 anos. Nesta faixa et√°ria, no ano 2000, 69,2% das mulheres tinham filhos e em 2010 esta propor√ß√£o A gravidez na adolesc√™ncia diminuiu tr√™s pontos percentuais nos √ļltimos dez anos: 14,8% (2000) para Maioria entre os eleitores Entre os eleitores, as mulheres tamb√©m s√£o maioria. Nas elei√ß√Ķes de 2014, o Tribunal Superior Eleitoral tinha em seus registros 77.459.424 eleitoras diante de 68.247.598 eleitores do sexo masculino. Nas elei√ß√Ķes de 2014, ali√°s, aumentou a participa√ß√£o de mulheres que concorreram aos cargos em disputa: foram 6.572 candidatas contra 5.056 no pleito de 2010. Ainda assim a propor√ß√£o da participa√ß√£o feminina na pol√≠tica brasileira ficou abaixo dos 30% estipulado como m√≠nimo pela legisla√ß√£o eleitoral. De acordo com a ferramenta Estat√≠sticas de G√™nero, tamb√©m do IBGE, das 50 milh√Ķes de fam√≠lias (√ļnicas e conviventes principais) que residiam em domic√≠lios particulares em 2010, 37,3% tinham a mulher como respons√°vel. O crit√©rio para definir a pessoa respons√°vel pela fam√≠lia √© de que seja aquela pessoa reconhecida como tal pelos demais membros da unidade dom√©stica. Este indicador se eleva ligeiramente a 39,3% para fam√≠lias em √°reas urbanas e diminuiu consideravelmente (24,8%) para fam√≠lias em √°reas rurais. A Estat√≠stica de G√™nero √© uma an√°lise dos resultados do Censo Demogr√°fico 2010, produzidas pelo IBGE em parceria com a Secretaria de Pol√≠ticas para as Mulheres (SPM) e a Diretoria de Pol√≠ticas para Mulheres Rurais e Quilombolas do Minist√©rio do Desenvolvimento Agr√°rio (DPMRQ/MDA). O dado √© importante para tra√ßar um perfil do papel da mulher enquanto chefe de fam√≠lia. Mulheres respons√°veis pelas fam√≠lias Educa√ß√£o O n√ļmero de mulheres consideradas analfabetas teve redu√ß√£o. Segundo o IBGE, adolescentes homens e mulheres com 15 anos ou mais de idade apresentavam taxas de analfabetismo pr√≥ximas, mas a maior porcentagem era dos homens, com 9,8%, frente aos 9,1% entre as mulheres. Em 2010, a taxa de frequ√™ncia escolar no ensino m√©dio para os homens (de 15 a 17 anos) era de 42,4% - 9,8 pontos percentuais abaixo da taxa feminina (52,2%). Naquele ano havia tamb√©m um contingente maior de mulheres entre os universit√°rios de 18 a 24 anos de idade, representando 57,1% do total de estudantes que frequentam o ensino superior nessa faixa et√°ria. Dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domic√≠lios) de 2013 tamb√©m mostram maior escolariza√ß√£o das mulheres. De um total de 173,1 milh√Ķes de pessoas com mais de 10 anos de idade, 9 milh√Ķes de mulheres possuem mais de 15 anos de instru√ß√£o, contra 6,5 milh√Ķes de homens. 2015 Que √°rea universit√°ria elas t√™m seguido? As √°reas gerais de forma√ß√£o nas quais as mulheres com 25 anos ou mais de idade est√£o em maior propor√ß√£o s√£o ‚ÄúEduca√ß√£o‚ÄĚ (83%) e ‚ÄúHumanidades e Artes‚ÄĚ (74,2%). No entanto, elas s√£o justamente as √°reas com menores rendimentos mensais m√©dio entre as pessoas ocupadas (R$ 1.811 e R$ 2.224, respectivamente). O diferencial se mant√©m mesmo quando a propor√ß√£o de mulheres se torna equivalente √† dos homens, como na √°rea de ‚ÄúCi√™ncias Sociais, Neg√≥cios e Direito‚ÄĚ, onde as mulheres recebiam 66,3% do rendimento dos homens. Fonte: Portal Brasil, com informa√ß√Ķes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat√≠stica Publica√ß√£o da UGT Minas Coordena√ß√£o: Secretaria de Comunica√ß√£o Envie not√≠cias de sua entidade para que possamos divulgar em nossos boletins e site. E-mail: Este endere√ßo de e-mail est√° protegido contra SpamBots. Voc√™ precisa ter o JavaScript habilitado para v√™-lo. ou Este endere√ßo de e-mail est√° protegido contra SpamBots. Voc√™ precisa ter o JavaScript habilitado para v√™-lo. Viol√™ncia contra a mulher: vamos falar sobre isso? Apesar de ser um crime e grave viola√ß√£o de direitos humanos, a viol√™ncia contra as mulheres segue vitimando milhares de brasileiras reiteradamente: 38,72% das mulheres em situa√ß√£o de viol√™ncia sofrem agress√Ķes diariamente; para 33,86%, a agress√£o √© semanal. Esses dados foram divulgados no Balan√ßo dos atendimentos realizados de janeiro a outubro de 2015 pela Central de Atendimento √† Mulher - Ligue 180, da Secretaria de Pol√≠ticas para as Mulheres da Presid√™ncia da Rep√ļblica (SPMPR). Dos relatos de viol√™ncia registrados na Central de Atendimento nos dez primeiros meses de 2015, 85,85% corresponderam a situa√ß√Ķes de viol√™ncia dom√©stica e familiar contra as mulheres. Em 67,36% dos relatos, as viol√™ncias foram cometidas por homens com quem as v√≠timas tinham ou j√° tiveram algum v√≠nculo afetivo: companheiros, c√īnjuges, namorados ou amantes, ex-companheiros, ex-c√īnjuges, exnamorados ou ex-amantes das v√≠timas. J√° em cerca de 27% dos casos, o agressor era um familiar, amigo, vizinho ou conhecido. Em rela√ß√£o ao momento em que a viol√™ncia come√ßou dentro do relacionamento, os atendimentos de 2014 revelaram que os epis√≥dios de viol√™ncia acontecem desde o in√≠cio da rela√ß√£o (13,68%) ou de um at√© cinco anos (30,45%). Nos dez primeiros meses de 2015, do total de den√ļncias de viol√™ncia contra a mulher, 49,82% correspondiam √† viol√™ncia f√≠sica, seguida por viol√™ncia psicol√≥gica (30,40%), viol√™ncia moral (7,33%), viol√™ncia patrimonial (2,19%), viol√™ncia sexual (4,86%), c√°rcere privado (1,76%) e tr√°fico (0,53%). Os atendimentos registrados pelo Ligue 180 revelaram que 77,83% das v√≠timas possuem filhos (as) e que 80,42% desses (as) filhos(as) presenciaram ou sofreram a viol√™ncia.